Os frutos abundantes são resultado do trabalho contínuo do agricultor, e não de alguém negligente e sonolento.
Se o arvoredo tiver folhagem em excesso não sobrará espaço para os frutos nascerem.
A queda do fruto podre é certa.
As árvores mais frutíferas do pomar não são escravas da estética.
A abelha, a borboleta e o beija-flor não são atraídos por árvores estéreis.
Nenhuma árvore pode oferecer o fruto que não produziu.
O fruto azedo é resultado da espécie da semente plantada.
As proteínas mais nutritivas das frutas não estão em suas cascas, mas em seus miolos.
A semente não escolhe o lugar em que deverá ser plantada; ela não tem essa autonomia.
A carga de frutos estará perdida se o arvoredo resolver guardá-la para si.
As árvores não conseguem ocultar os frutos de sua natureza; no tempo certo sua identidade é conhecida por todos.
Os maiores frutos não são produzidos pelas maiores árvores.
Não é imitando o espinheiro que se fazem amizades verdadeiras.
Os frutos mais duradouros e valiosos são resultados de investimentos e sacrifícios gigantescos.
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