A experiência da vida cristã, regada de oração e plena da unção do Espírito Santo, não permitirá que o servo de Deus seja omisso no compartilhar Jesus com as pessoas. Isso borbulha em seu ser. O que ele mais anela é ver as pessoas conhecendo a Jesus e desfrutando do amor de Deus.
Seus olhos enxergam os destroços que cobrem a humanidade de poluição e medo; de insatisfação e revolta. Ele sabe que não há remédio entre os mortais, a não ser Jesus Cristo, a única esperança. Paliativos, campanhas humanitárias têm feito avanços gigantescos para salvar o planeta da destruição e seus moradores do caos, mas o resultado é insatisfatório.
A cada dia o desespero cresce e a insatisfação se multiplica; o mundo vai de mal a pior. O crente precisa compartilhar Jesus Cristo, o salvador da humanidade, com as pessoas. Ele é o líder que não apóia a luta armada. Não é favorável a vingança e nem a opressão. O mundo precisa de suas leis e de seu amor.
Compartilhar Jesus é mais que valorizar seus milagres ou falar de soluções que ele opera para o bem-estar familiar, é dizer da paz que ele oferece para a alma e da esperança da vida eterna. Prometer que ele vai deixar o mundo atual em perfeita ordem é mentir ao povo.
O que se aproximar dele com humildade e receber sua direção estará seguro e esperançoso. A confiança de se estar bem pessoalmente gera fatores positivos que podem ser compartilhados com os vizinhos, conterrâneos e estrangeiros. Não há discriminação. Jesus entende todos os idiomas e satisfaz a todas as raças.
Não basta ter marido bonzinho ou patrão generoso, a alma quer mais. A alma precisa de Deus. Os vendavais que a sacodem em meio ao pecado e à desonestidade terão de respeitar as asas do Altíssimo, onde ela se abrigar. Para isso Jesus Cristo morreu e ressuscitou. Morreu pelas culpas dos pecadores e ressuscitou para justificá-los diante de Deus.
Os que crêem em Jesus não cultivam mais o medo; não estão sob as profecias do azar e nem necessitam de incursões místicas. Eles já possuem o que mais a alma necessita: segurança e alimento. Possuem graça para suportar e superar as vicissitudes da vida sem se desesperarem.
Jesus de Nazaré precisa ser compartilhado. É ele quem perdoa os pecados; é ele quem proporciona a verdadeira alegria e paz. Morrem pastores, guias, orientadores; então, não se pode esperar neles; mas Jesus está vivo e intercede pelos seus, cuida dos seus.
Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3. 16). Compartilhemos Jesus, agora!